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quinta-feira, 24 de março de 2011

Orquestra de Sopros salienta valor da água


Faro: Espectáculo musical dia 22, às 21h30, no Teatro das Figuras

Orquestra de Sopros salienta valor da água

A Orquestra de Sopros do Algarve, composta por meia centena de instrumentistas, com especial ênfase nos instrumentos de sopro, mas tendo, igualmente, secções de percussão e de cordas, apresenta-se dia 22, às 21h30, no Teatro das Figuras, em Faro.
Por:Teixeira Marques


A peça musical ‘Água – A Seiva da Terra’, da autoria do compositor Pedro Louzeiro, vai ser apresentada em estreia absoluta, com a Orquestra de Sopros do Algarve a ser dirigida por Carlos Ramalho.
A peça, uma encomenda da empresa Águas do Algarve para comemorar o Dia Mundial da Água, terá a participação especial da soprano Margarida Marreiros.
‘Água – A Seiva da Terra’ é uma obra musical para a Orquestra de Sopros, com um apontamento de voz soprano, solista, que pretende evocar a água enquanto essência da vida do nosso planeta.
A obra divide-se em dez quadros que ilustram musicalmente dez cenários aquáticos, distintos, procurando enaltecer a importância vital da água para a sustentabilidade do Planeta.
O espectáculo, que tem organização da Academia de Música de Lagos, no âmbito da temporada de Concertos da Academia 2011, tem a duração de 60 minutos, é para maiores de seis anos os bilhetes têm o preço de dez euros. 

entrevista: Cuca Roseta


Entrevista

"Dar aos outros o melhor de mim"

É a mais recente descoberta do fado: aos 29 anos, Cuca Roseta apresentou ontem, no Jardim de Belém, o seu primeiro disco, homónimo
Por:Joana Alves


Correio da Manhã – Pertenceu aos Toranja, banda de Tiago Bettencourt, mas acabou por abandoná-la. Já existia a paixão pelo fado?
Cuca Roseta – Cantava nos Toranja como hóbi. Concorri a um concurso de fados com uns amigos e foi quando me apercebi de que gosto mais de cantar esta música, que conhecia apenas de ouvir nas casas de fado. A partir daí, saí dos Toranja e passei a dedicar-me ao fado. E fui sempre evoluindo.
– Não se vê a deixar o fado e a partir para outro género musical?
– Nem pensar. Adoro música de todo o género mas não faria delas a minha vida. Só do fado.
– O que é o fado para si?
– Fado é a verdade de cada pessoa. Há sempre uma verdade das emoções transmitida pela voz.
– Amália ou Mariza?
– Amália, sem dúvida.
– Sente que se distingue dos outros fadistas que pertencem a esta nova geração que tem vindo a emergir?
– Sinto que tenho algo que me distingue. Como o fado é a verdade, não há nenhum fadista igual. Todos podem trazer algo de maravilhoso e diferente porque somos todos iguais, temos todos uma alma, mas somos, também, todos diferentes.
– Por ter sido um argentino (Gustavo Santaolalla) a descobri-la, acha que o fado está a ganhar força lá fora?
– Muita. O fado está a conquistar o Mundo. Vê-se pela Mariza, pela Cristina Branco. Embora o fado seja português, na Argentina existe o tango. A linguagem é muito parecida e o Gustavo entendeu muito bem a sua emoção. "Só tens de ser tu própria. Aí já há alguma coisa de novo", era o que ele dizia.
– Baseando-me na ‘Rua do Capelão’, tem o destino marcado? Sabe o que será o futuro?
– O meu destino é aquilo que eu dizia: cumprir a minha missão enquanto ser humano, dar aos outros o melhor de mim, o que me foi dado como um dom, da melhor forma possível.
PERFIL
Isabel (Cuca) Roseta tem 29 anos, é formada em Psicologia e vive em S. João do Estoril. Estreou-se no fado pela mão de João Braga e foi uma das fadistas convidadas para cantar para Bento XVI na sua passagem por Lisboa. 

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

João Alves das Neves

Caros Leitores.

Esta no ar a edição de Setembro do Blog Revista Lusofonia: www.revistalusofonia.wordpress.com. Abaixo links diretos para os textos, com uma pequena introdução de cada um dos artigos.

·         Caminhos do Quinto Império Por Paulo Bonfim  

Um país que procura renegar seu passado perde pé no presente e não deixa acontecer o futuro. A frustração do povo brasileiro diante das eruditas comemorações do 5º centenário da descoberta do Brasil machucou o inconsciente coletivo [...]
Só tenho que me congratular com a publicação de A economia em Pessoa/Verbetes contemporâneos, organizada por Gustavo H. B. Franco, porque, ao lado de antologias gerais, passamos a ter um estudo realmente especializado sobre os textos pessoanos versando as questões econômicas. [...]

·         Camões e Vieira Por Antonio Abreu Fereire

Um século separa estes dois gênios da língua e da saga portuguesa, mas foi um século de grandes e profundas mudanças na nossa história. Camões viveu no tempo da euforia da Índia e deixou-se embriagar pela idéia de um império que Afonso de Albuquerque tinha sonhado para Portugal. Depois de ter [...]

·         Um Poeta em São Paulo Por Cyro Mattos 

Em Cantos da Metrópole, o mineiro Samuel Penido retoma a dicção nítida formulada por versos ríspidos para revelar este lado da dor nos dias intermináveis da cidade pesada e escura. [...]
Categorias:Artigos, Literatura, Poemas 
Boa leitura a todos !! Agurdamos comentários e sugestões.
Abraços.
João Alves das Neves

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Músicos

Músicos

Constituído por uma "TOCATA" - grupo musical "ao vivo", formado por Concertinas (Acordeons de 8 a 12 Baixos), Acordeons de 80 a 120 baixos, Cavaquinhos, Viola Braguesa, Violão, Reco-reco, Ferrinho (triangulo), Bumbo, Solistas e Coro.

O corpo de Bailadores pode ser composto por, no mínimo, 8 pares, totalizando, aproximadamente 30 componentes.

Discografia

Foram gravados três LP's "Canta Meu Povo", coletâneas de seu repertório, com tiragens de 5000 exemplares cada, onde se encontram esgotados os 2 primeiros volumes. Em 1997 foi gravado o 4° Volume em CD, em 2001 o 5º Volume e um CD de coletâneas dos sucessos dos volumes I, II e III que foram gravados em LP.

O Grupo Folclórico da Casa de Portugal é, sem dúvida, um dos melhores do Brasil, apresentando, com sua experiência e seu rico repertorio, um programa variado de forma a dar a seu público um programa tão completo, quanto possível, do que são as músicas e o bailar das terras de Portugal.


Parabéns Marcão

Trovas ao Vento


Trovas ao Vento

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Descrição

O grupo “Trovas ao Vento” desde a sua constituição, em 1992, tem vindo a dedicar-se à divulgação da região e da cultura através da sua música. Tem percorrido muitas das regiões do nosso país, animando feiras, romarias e actividades culturais diversificadas e participado em programas televisivos.

Cinco anos depois de ter sido criado, o grupo musical constituiu-se como Associação de Promoção Cultural, sem fins lucrativos vocacionada, sobretudo, para a defesa da música tradicional, tendo-se, mais tarde, integrado como Associação Juvenil no Instituto Português da Juventude (RNAJ). A acção do grupo deixa de estar exclusivamente centrada na música enquanto espectáculo, passando a ser objecto de ensino. Promove, igualmente, encontros de grupos musicais e de folclore, bem como colóquios relacionados com as tradições, a música e as recolhas etnográficas.


abraços, Marcão