O Apoio Social a Idosos Carenciados destina-se a portugueses idosos residentes no estrangeiro que se encontrem em situação de absoluta carência de meios de subsistência.
O valor máximo do subsídio será de € 133,33 (cento e trinta e três e trinta e três centavos) e o mínimo será de € 30 (trinta euros)
É um subsídio de periodicidade mensal que se destina a suprir as necessidades essenciais de subsistência, designadamente alojamento, alimentação e cuidados de saúde e higiene.
Condições de Atribuição
O Apoio Social destina-se a nacionais portugueses que, cumulativamente, preencham os seguintes requisitos:
Tenham idade igual ou superior a 65 anos;
Se encontram no país de acolhimento em situação de residência legal e efectiva;
Que tenham rendimentos inferiores a € 133,33;
Não tenham familiares obrigados à prestação de alimentos ou, tendo-os, estes não se encontrem em condições de lha prestarem.
Apresentação das Candidaturas
As candidaturas são apresentadas pelos interessados nos consulados ou secções consulares da área de residência, através de requerimento acompanhado dos documentos de prova necessários.
Constituem documentos de prova (EM DUAS VIAS):
Bilhete de Identidade português ou passaporte válidos (original e duas fotocópias simples);
Inscrição consular;
Título de residência - RNE (original e duas fotocópias);
Declaração, sob compromisso de honra, a informar se dispõe ou não de recursos de qualquer natureza (original e uma fotocópia);
Se dispõe de algum recurso, juntar documentação comprovativa do respectivo montante e proveniência (original e uma fotocópia);
Caso não seja beneficiário da Previdência Social brasileira, apresentar certidão negativa do INSS a dizer que não é beneficiário, inclusive do cônjuge, se for o caso (original e uma fotocópia);
Declaração do Imposto de Renda, do candidato, do cônjuge e dos filhos ( inclusive os filhos casados).
Escritura do Imóvel ou Contracto de Aluguel do Imóvel ou notificação do IPTU;
O Consulado Geral de Portugal em São Paulo, passou por uma grande reestruturação, mudou o seu endereço, adotou a prestação de vários serviços on line via Internet, acabou com as filas e sobretudo melhorou muito o atendimento, que hoje é agendado e não demora quase nada.
Localização Rua Canadá, 324 - Jardim América
CEP:01436-000 - São Paulo - SP,
a meio caminho entre os dois grandes eixos de serviços da cidade, as avenidas Paulista e Faria Lima, e junto do cruzamento das avenidas Brasil e 9 de Julho, esta última um corredor de transporte público.
Instalações Modernas, dotadas de recursos de Informática, on line e real time, com os Serviços de Portugal, com funcionários educados e bem treinados, permitindo a prestação de serviço melhor e mais seguro, facilitando a vida dos seus usuários.
Outro aspecto importante refere-se a obtenção de informações, que podem ser obtidas por telefone, ou por simples consulta ao site: http://www.consuladoportugalsp.org.br/
As dúvidas mais frequentes, são repondidas na hora, alguns exemplos:
É equivalente ao Cadastro de Pessoa Física (CPF) brasileiro. Um cidadão não residente (em Portugal) para obtê-lo, precisa ser representado por um cidadão residente em Portugal, que irá apresentar o pedido nas Repartições de Finanças (ou nas Lojas do Cidadão) e receber o Número Fiscal de Contribuinte. O pedido não pode ser feito através do Consulado. Para maiores informações contacte www.min-financas.pt ou ainda o site das Lojas do Cidadão.
Não, os procedimentos de pedidos de visto continuam os mesmos. O acordo apenas procura regularizar a situação dos brasileiros que estavam ilegais em Portugal até 11 de Julho de 2003. Para maiores informações sugerimos que acesse www.sef.pt ou no site da Casa do Brasil em Lisboa
«(…) do mato vos trazem perdigões e laparinhos, o cabrito de mama, o tenro pato»
Diogo Bernardes
Os patos terão sido domesticados primeiramente na China há 4000 anos, constituindo a glória da cozinha chinesa
Aves palmípedes da ordem anseriforme, família das anserídeas e tribo das anatídeas, os patos terão sido domesticados primeiramente na china há quatro mil anos, mais coisa menos coisa. Com tal antiguidade e tantos séculos de prática quase ritual, não admira que eles constituam a glória, levada á perfeição, da cozinha chinesa. Ao prazer da degustação juntam conotações simbólicas (como, por exemplo, a da fidelidade conjugal, embora só os patos selvagens sejam monógamos) e poéticas. No Egipto tê-los-iam igualmente amansado cedo, pois figuram, entre outras vitualhas, na estela funerária de um magistrado de 1600 a.C Da Roma antiga sabe-se que os cidadãos ricos apenas lhes comiam o peito e os miolos. Em França parece que foram os espanhóis estabelecidos na Vendeia no reinado de Filipe O Belo (1268-1314), quem introduziu a criação de patos domésticos. Por cá, à falta de outros testemunhos, contentemo-nos com a gentil figura da «guardadora de pastos», reiterada da nossa mais vetusta poesia.
É evidente que os domésticos derivam dos patos bravos (sem ofensa para ninguém). Actualmente, as raças mais frequentes são o pato de Rouen, ou mudo, de carne muito fina, levemente avermelhada, cujo gosto peculiar lhe advém de não ser sangrado mas sim asfixiado, o pato de Nantes, menos volumoso, de carne delicada e saborosa, porém mais gorda, o pato de Barbaria, oriundo da América (e assim o apodo fica-lhe a matar), de carne mais fina e menos gordurosa, com um gosto ligeiramente almiscarado, e o pato de Pequim que, excepto no tamanho, suplanta todos. Falando de receituário, a mais divulgada fórmula francesa é a de pato com laranja, assado no forno. Conquanto de acesso condicionado (pelos maravedis), deve fazer-se um esforço para ir ao parisiense Tour d’Argent conhecer o mítico canard au sang ou canard a la presse (ao contrário do que possa parecer não é para jornalistas pobres: trata-se de prensa e não de imprensa), elaboradíssimo processo cuja descrição não cabe aqui. Ainda de origem gaulesa, a moda mais recente dos magrets, isto é, apenas os peitos (e lá se volta aos romanos), grelhados, salteados ou até fumados. Da China, o arquifamoso pato lacado, assado e previamente revestido duma cobertura complexa da qual revelam mel e soja. Nós, pobrezinhos mas honrados, contribuímos com pouco mais que arrozes de pato, cujo paradigma é o arroz de pato à moda de Braga. Não esquecer essa flor da civilização que é o foie gras: o de pato tem pelo menos tantos apreciadores como o de ganso.
É claro que no rol dos amadores estão aqueles amigos dos animais, conhecidos de ginjeira, que no caso não protestam pelas barbaridades alimentares que estas aves sofrem até à doença hepática que lhes provoca uma esplêndida e descomunal figadeira.
A utilidade do pato não se esgota na mesa.
A escrita deveu-lhe durante séculos o seu instrumento – a pena de pato. O nosso sono é-lhe tributário da macieza que leva ao bom sonho, as suas penas a forrarem as coberturas acolchoadas das nossas camas. Ora aí está.
Grande Marcão, Recebi esta raridade que somente a internet pode resgatar e proporcionar. Este realmente é do fundo do baú e veio lá da terrinha, Um forte abraço, Marino
Sacerdote, artista plástico, poeta, historiador, folclorista e ensaísta, Monsenhor Augusto Nunes Pereira foi um dos mais notáveis intelectuais contemporâneos da Beira Serra. [...]
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Portugueses: 2010 tem sido um ano difícil para muitos; incerteza, mudanças, ansiedade sobre o futuro. O espírito do momento e de pessimismo, não de alegria. Mas o ânimo certo para entrar na época natalícia deve ser diferente. Por isso permitam-me, em vésperas da minha partida pela segunda vez deste pequeno jardim, eleger [...]
Os líderes das organizações não se contentam mais com as atividades de comunicação padrão. Eles estão valorizando a comunicação estratégica, com visão macro das organizações e seus vasos comunicantes. [...]
A página internet que o Consulado Geral de Portugal em São Paulo coloca à disposição do público é orientada por critérios essencialmente práticos.
Procuramos transmitir o maior número possível de informações relevantes para os usuários dos nossos serviços consulares, nomeadamente no que toca a emissão de documentos como Passaporte e Cartão do Cidadão, requisitos para a aquisição de nacionalidade portuguesa, concessão de vistos a cidadãos estrangeiros e legalização de documentos. Com o mesmo espírito de facilitar a vida daqueles que recorrem aos nossos serviços, decidimos também reproduzir em páginas separadas os modelos de requerimento que os usuários devem preencher com vista a solicitar a emissão de diversos tipos de documentos.
Incluímos, ainda, algumas informações de caráter genérico sobre Portugal, no domínio da geografia, sistema político e conjuntura económica.
Pensamos que este nosso site será útil para a comunidade portuguesa e luso-brasileira dos Estados de São Paulo e Mato Grosso do Sul, a quem fundamentalmente se destina. Através dele, as centenas de pessoas que diariamente nos procuram poderão ter acesso, de forma rápida e eficaz, a todas as informações de que necessitam para a obtenção dos seus documentos.
Pedimos que não hesitem em enviar-nos por e-mail quaisquer questões, dúvidas ou sugestões que vos possam ocorrer, pois um dos objetivos deste site é precisamente aumentar o contacto e o diálogo entre o Consulado e o público.
A todos os que nos visitam os desejos de boa navegação!
José Guilherme Queiroz de Ataíde .
Cônsul Geral de Portugal em São Paulo.
Esta no ar a edição de Setembro do Blog Revista Lusofonia:www.revistalusofonia.wordpress.com. Abaixo links diretos para os textos, com uma pequena introdução de cada um dos artigos.
Um país que procura renegar seu passado perde pé no presente e não deixa acontecer o futuro. A frustração do povo brasileiro diante das eruditas comemorações do 5º centenário da descoberta do Brasil machucou o inconsciente coletivo [...]
Só tenho que me congratular com a publicação de A economia em Pessoa/Verbetes contemporâneos, organizada por Gustavo H. B. Franco, porque, ao lado de antologias gerais, passamos a ter um estudo realmente especializado sobre os textos pessoanos versando as questões econômicas. [...]
Um século separa estes dois gênios da língua e da saga portuguesa, mas foi um século de grandes e profundas mudanças na nossa história. Camões viveu no tempo da euforia da Índia e deixou-se embriagar pela idéia de um império que Afonso de Albuquerque tinha sonhado para Portugal. Depois de ter [...]
Em Cantos da Metrópole, o mineiro Samuel Penido retoma a dicção nítida formulada por versos ríspidos para revelar este lado da dor nos dias intermináveis da cidade pesada e escura. [...]
Caros Boleiros, Nesta manhã de Páscoa e de muita chuva, com o campo encharcado, enlameado e escorregando muito, tivemos a coragem de “jogar”, apesar do quorum, 14 participantes, ter sido pequeno, formou-se 2 times, escolhidos -muito bem- a dedo e Antero.
Novamente não temos as anotações, fizemos 4 jogos, com times bem equilibrados e mesmo com o campo ruim deu pra se divertir. O Guerra, precisa de doações do remedinho, ficou bravo com o Victor, convidando-o para o pugilato, risos, O Dr Ad, maldosamente, depois de muito apanhar do Gauchão, deu-lhe um “tran(s)çapé” com direito a queda e tremores semelhante a 4.0 na escala.
O Renato jogou no gol, o Felipe Taco, o Rhanan e o Jorge desequilibraram, O Dr Ad, marcou, mas o artilheiro da rodada foi o Marcão com 4 gols. Tivemos 2 convidados, sendo um deles o Kazuo, japonês, laçado que passeava pelo parque. Completamos mais um domingo de análise e terapia, com muita pena da vizinha, que ouviu todos os impropérios existentes na língua portuguesa.
A família Viveiros, voltou com o Ulisses e o Guilherme o amado Diretor Claudião, continua ausente e fazendo muita falta, pois não temos as anotações o o devido respeito, por ele imposto, - que Fazer, risos, abraços Marcão.
PS: , - Foi encontrado e recuperado um saquinho plástico contendo material esportivo, uma cuia para chimarrão, uma bombacha e um facão tri-legal, a ser devolvido ao dono no próximo domingo.
Noticias da Diretoria: Prezados, Sábado próximo, 10/abril, temos mais um regabofe, desta vez um churrasco no Solar Armelin (Residência do Rafael) em Cotia, conforme mapa já enviado pelo anfitrião. Tenho aqui anotado as confirmações de 14 esfomeados e respectivo clã:
Pedimos que "confirmem a confirmação" e aqueles que não constam da lista se manifestem, O Rafa ficou de providenciar as bebidas e a infra e eu vou providenciar a carne, por isso é necessário número de participantes. Abraços Claudio - Superintendente da Comissão de Lazeres e Folguedos.
RAFA SE MANIFESTE POR FAVOR! CASO CONTRÁRIO UMA HORDA DE HUNOS INVADIRÁ O SEU RECANTO, ATACANDO GELADEIRA, ADEGA, HORTA E FLORES DE PLÁSTICO
Parabéns pela iniciativa, dignificando a cada dia as coisas do nosso amado Portugal, abraços Marcão.
Caro Amigo Marcâo:.
O LIVRO "400 ANOS – PADRE VIEIRA" SERÁ LANÇADO EM 16 DE ABRIL NO CONSULADO DE PORTUGAL.
Com a presença da maioria dos 15 autores dos estudos será lançado o livro “400ANOS PADRE VIEIRA - Imperador da Língua Portuguesa”, a partir das 19 horas do próximo 16 de Abril, no Consulado Geral de Portugal em São Paulo (Rua Canadá nº. 324). O volumefoi recém-lançado pela Fundação Memorial da América Latina com textos sobre o Pader Vieira, apresentados no Colóquiorealizado no “Memorial” em 22 à 24 de Abril de 2008.
Trata-se de uma cuidada edição do “Memorial” que, sob a direção do Dr. Fernando Leça, cada vez mais se destaca no panorama cultural de São Paulo, do Brasile da América Latina. Com 280 páginas,é uma das mais amplasinterpretações da vida e obra “vieirinas”, graças à colaboração dos professores João Alves das Neves (coordenador e participante do Colóquio de Vieira), assinalando-se igualmente os trabalhos dos ensaístas portugueses Teresa Rita Lopes, José Eduardo Franco, Teodoro Antunes Mendes eAntónio Lopes Machado,assim como dos professores brasileiros Hernani Donato, Carlos Francisco Moura, Eduardo Navarro, Maria Beatriz do Rosário Alcântara, Rita de Cássia Alves,Paulo de Assunção, Raúl Francisco Moura, Vera Helena Pancote Amatti e Luís Antonio Lindo.
Outras informações sobre o lançamento da obra em homenagem ao grande escritor e pregador de Portugal e Brasil, que foi o Padre António Vieira, podem serobtidas na Fundação Memorial da América Latina, que patrocina o evento ao lado do Consulado Geral de Portugal em São Paulo e outras entidades.
Portugal é muitas vezes designado como "um país de poetas". Efectivamente, a poesia portuguesa tem tido um peso e influência substancialmente maior na literatura do país do que a prosa. Existem bons exemplos, tanto na poesia lírica como na épica. Os poetas portugueses mais conhecidos no mundo são, sem dúvida, Luís Vaz de Camões e Fernando Pessoa, ainda que não se deva desprezar, especialmente, toda a poética galaico-portuguesa medieval e, mais tarde (desde o século XIX onde a moderna poesia portuguesa estabelece as suas raízes num punhado de poetas relevantes), do neoclassicismo até aos nossos dias.
Prosa
O facto de as primeiras narrativas serem transmitidas por via oral quase que obrigou que fossem, quase sempre, apresentadas de forma poética (a métrica e a rima, bem como o uso de versos recorrentes) facilitava a memorização de longos relatos. As gestas e as vidas de santos eram assim cantados (e contados). Muitos destes poemas foram depois passados para prosa (acrescentados de pormenores mais ou menos fiáveis ou, então, expurgados de factos de cariz lendário - ainda que os cronistas não desdenhassem o lado místico das narrativas, até pelo facto de estes serem, basicamente, monges).
Arquitectura
No campo da arquitectura portuguesa destacam-se os seguintes arquitectos contemporâneos:
Álvaro Siza Vieira
João Luís Carrilho da Graça
Eduardo Souto de Moura
Fernando Távora
Nuno Teotónio Pereira
Filipe Oliveira Dias
Manuel Salgado
Gonçalo Byrne
Vítor Figueiredo
Pintura
Alguns pintores portugueses:
José Rodrigues - época romântica
José de Guimarães
Armando Alves
Ângelo de Sousa
Sobral Centeno
Amadeo de Souza-Cardoso
Júlio Resende
Júlio Pomar
Paula Rego
Escultura
António Soares dos Reis
João Cutileiro
António Teixeira Lopes
Salvador Barata Feyo
Bottelho
Canto da Maia
Leopoldo de Almeida
Música
Na música erudita podemos citar alguns nomes de compositores:
Fernando Lopes-Graça
Emmanuel Nunes
Jorge Peixinho
Constança Capdeville
Clotilde Rosa
Fernando Corrêa de Oliveira
Cláudio Carneyro
Frederico de Freitas
Joly Braga Santos
Isabel Soveral
Mariza
Teatro
António José da Silva
Gil Vicente
Almeida Garrett
Luís de Sttau Monteiro
Dança
Olga Roriz
Madalena Victorino
Pedro Romeiras
Cinema
Cineastas:
Manoel de Oliveira
António Pedro Vasconcelos
Joaquim Leitão
Actores:
Maria de Medeiros
Diogo Infante
Joaquim de Almeida
Moda
Augustus
Fátima Lopes
Nuno Baltazar
Ana Salazar
Katty Xiomara
Miguel Vieira
Design
No design destacam-se:
Francisco Providência
Henrique Cayatte
João Nunes
Carlos Aguiar